Agentes do Destino

Oi pessoal! Tudo bem?

Faz um tempo que eu vi esse filme já, mas fui dar uma olhada aqui e ainda não tinha falado dele! O QUE??? Pois é, não tinha mesmo! Enfim, o filme é super bacana. a trama inteligente, e interessante. E tem um romance no meio de tudo isso. Então para os derretidos de plantão, temos uma história amorosa. E pra quem já é mais durão, temos uma trama bem montada, e um pouco de suspense pelo meio #EuAcho! Vale a pena conferir!

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Sinopse: David Norris (Matt Damon) é um jovem político com uma carreira promissora, mas um escândalo atrapalhou a sua corrida ao Senado. Tão logo perde a disputa pela vaga ele conhece Elise (Emily Blunt), bailarina por quem se apaixona. Contudo, homens com estranhos poderes de interferir no futuro aparecem do nada e começam a pressioná-lo para que ele não dê continuidade a este romance, porque isso poderá atrapalhar o futuro de ambos. Sem saber ao certo quem são essas pessoas, a única certeza que David possui é que precisará reunir forças para enfrentá-los e encarar o que o destino lhe reserva. Fonte: Adoro Cinema

Confira o trailer:

Fiquem com Deus e até o próximo post!

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B de Beijos!!

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Como Será A Próxima Década?

Oi pessoal! Tudo bem?

Hoje tem notícia roubada por aqui!! Mais uma vez daquele blog super legal que já falei aqui com vocês! O Hypers!!

Vamos conferir? – Pra ver o artigo original, direto da fonte, clique aqui!

“As jaquetas jeans dominaram os anos 80, as camisetas xadrez e botas definiram o grunge dos anos 90. Nós lembramos pois a maioria passou por estas décadas, mas como foram os anos 20 ou 70?

Annalisa Hartlaub, estudante da Universidade de Ohio foi capaz de descrever em imagens o que houve em cada década. O resultado é incrível e vale a pena conferir abaixo:

1920

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1930

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1940

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1950

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1960

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1970

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1980

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1990

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2000

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2010

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Fiquem com Deus e até o próximo post!!

B de Beijos!!

Ana e Marco – Parte XX

22

 

Andei recapitulando a minha história. Conheci Ana e gostar dela foi fácil. Gostar de Ana era fácil. Ela era talentosa, sabia me fazer rir, gostava de coisas inusitadas que eu também gostava. Entretanto, apesar de ser encantado por Ana, ela nunca me percebeu, eu também nunca quis me declarar. Ela simplesmente caiu nos braços de outra pessoa. Só me restava seguir em frente. Quando Rita apareceu, subitamente, e me salvou daquela dor que foi amar Ana em silêncio, eu realmente pensei que havia conseguido me desprender de todas aquelas emoções.
Dois anos com Rita, foi um excelente tempo pra construir boas lembranças, pra planejar um futuro, mas talvez meu erro tenho sido sempre manter Ana por perto. Eu estava tão habituado e mal acostumado a tê-la presente, que não me dei conta das proporções que o sentimento dentro de mim estava tomando. Eu simplesmente a amava. Dizia a mim mesmo que não, por muito tempo fiz isso, mas como eu supostamente poderia continuar amar alguém por quem eu sofri tanto? Por que agora ela tinha que se declarar e ir embora? Ela era perita em me magoar. Queria que o amor por ela fosse efêmero. Gostaria de dormir, acordar no dia seguinte e não pensar mais em Ana. agora ela estava do outro lado do oceano e eu aqui, da mesma forma que me senti há anos atrás. Mesmo que ela gostasse de mim, o que eu supostamente deveria fazer? Eu era um tanto orgulhoso. Não conseguia aceitar bem o fato de descobrir que estes sentimentos só estavam latentes em mim e agora despontaram, até com mais intensidade do que da primeira vez, pois sem perceber eles simplesmente foram sendo alimentados por mim este tempo todo.
Agora o que me perturbava foi saber o que Ana deve ter passado me vendo com Rita. Saindo com a gente, ajudando escolher alianças. Realmente, se eu me senti machucado, posso dizer que ela sente o mesmo.
Eu praticamente divagava em meus pensamentos, enquanto meu chefe falava sobre os nossos principais projetos e novos clientes. Não conseguia prestar atenção a nada.
“O que você acha, Marco?”
“Eu? Bem… Eu acho ótimo!” Eu nem ao menos sabia do que se tratava. Era melhor começar prestar atenção.
“Então, quem você acha devíamos mandar para lá?”
“Pra onde?”
“Marco, Irlanda!”
“Ah, claro. Por quanto tempo?” Lá estava eu, constrangido por não ter prestado atenção, tentando disfarçar.
“Eu indico o Julio. Ele é bem preparado pra algo assim e acredito que ele gostaria de morar fora por um tempo.”
“Converse com ele e me dê uma resposta hoje. Em duas semanas ele precisa ir.”
“Já? Mas eu preciso de um tempo para falar com ele saber se realmente quer isso. Fora os preparativos, conseguir visto, moradia, é muito repentino”
“Convença-o. A princípio nós arcaremos com hotel, daremos um jeito de conseguir tudo o que for necessário para que ele se instale lá!”
Sei que não seria difícil convencê-lo a ir. Júlio era jovem e aventureiro. Era um dos mais dinâmicos e criativos da minha equipe. Ruim seria ter a equipe desfalcada, mas tudo bem.

Enquanto caminhava de volta a minha sala, ouço alguém me chamar:

“Marco!”

“Ei, Carlos!”
“Então, o chefe disse que se você quiser pode usar alguém da minha equipe pra não desfalcar a sua. Pensei que se você quiser Rita, fique à vontade!”
“Ei, acho que não é boa ideia no momento. Vou ver como as coisas vão fluir e te digo.”
Entrei em minha sala, sentei e me debrucei sobre a mesa, atordoado pelos sentimentos que impregnavam meu coração e tiravam minha concentração do trabalho.
Só queria encontrar paz, calma, recobrar a lucidez que o amor me levou, ser feliz por mim e por mais ninguém. Só que logo voltava a pensar em Ana, na minha covardia de nunca ter coragem de dizer que eu a queria. Não podia culpá-la totalmente pelas minhas mágoas, afinal, eu fui omisso. Não sei o que eu esperava, que ela chegasse até mim e dissesse que me amava? Bem, ela já fez isso. Não no momento que era oportuno, mas no mais complicado pra mim.

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“Alô, Caio?”
“E aí, irmão. Tudo certo?”
“Certo. Afim de fazer algo hoje?”
“Pode ser, mas você paga.”
“Você não tem nem vergonha, seu pilantra! Onde eu te pego?”
“Eu to no estúdio com o Cadu. Passa aqui!”
“Okay. Em uma hora mais ou menos te busco.”
Passei no estúdio por volta das 19:40. Caio estava acompanhado de Cadu, seu colega de trabalho.
“Ei, Marco. Cadu pode ir com a gente?”
“Claro. Tudo bem, cara?”
“Tudo sim!” – Respondeu Cadu, apertando firme minha mão.
“Aonde vamos?” Peguntou Caio, todo animado.
“Não sei. Pensei em irmos a algum barzinho ou restaurante aqui por perto.”
“Não sei vocês, mas eu to cheio de fome.” Disse o Cadu.
“Então vamos comer algo.”
Paramos em uma galeteria não muito longe dali.
Eu sinceramente não estava com fome, só pedi alguma coisa pra beber, enquanto Caio e Cadu pareciam estar esfomeados.
“E aí, mano. Quando você me chama pra fazer algo contigo é porque quer conversar. Diz aí?”
“Não tenho nada pra dizer.”
Caio soltou uma gargalhada e me lançou aquele olhar desconfiado.
“Vamos, Marco. Pode dizer, eu to aqui pra te escutar. O que a Ana fez dessa vez?”
“Por que você acha que tem alguma relação com ela?”
“Porque depois que você superou aquela sua ex, aquela bem cansada, sabe? Então, não estou falando da Rita, afinal, essa era linda e eu lamento que não tenha dado certo entre vocês. Mas, voltando ao assunto, depois daquela sua ex, a primeira, só a Ana conseguiu deixar você desse jeito. Você é perito em sofrer por mulheres.”
“É, talvez eu seja mesmo, engraçadinho.” Espremi os lábios e estreitei o olhar para Caio. Não dava pra ter uma conversa séria com ele.
“Okay! Vou falar sério agora. Sempre que você fica chateado assim, é por causa da Ana. Sei lá, parece que quando as coisas vão seguir em frente com você, ela reaparece. Acho que você nunca deixou de gostar dela de verdade.”
“Então, ela foi embora. Foi pra Londres!”
“Tá brincando?” Caio arregalou os olhos e ficou de boca aberta.
“Quem me dera!”
“Quando ela volta?”
“Não tenho ideia. Isso se ela voltar.”
“O que ela foi fazer lá?”
“Participar de um espetáculo que algum brasileiro está produzindo lá, ao que me parece.”
“Ei, você está falando daquele musical sobre as obras de Shakespeare?” Perguntou Cadu.
“Como assim?”
“É que um brasileiro, Renato Pacheco, participou de um festival sobre Shakespeare em Londres, ele fez um roteiro adaptado com uma espécie de medley entre as histórias mais conhecidas de Shakespeare e foi o vencedor. Então, ele ganhou patrocínio de grandes companhias inglesas pra montar uma mega produção. Os críticos estão ansiosos pra ver!”
“Renato Pacheco?” Eu indaguei, Cadu.
“É, um roteirista famoso.”
“Não acredito!” Eu conheci Ana em uma festa do Renato, não sabia que eles ainda mantinham contato. Só sei que Renato tinha uma queda por ela, talvez até por isso a tenha convidado.
Caio e Cadu intercalaram olhares entre mim e eles, com expressões confusas.
“Qual o problema, Marco?” Caio perguntou.
“Eu conheço o Renato. É um velho amigo meu dos tempos de teatro!”
“Você o conhece? Nossa, cara, eu admiro demais o trabalho dele. Com certeza, se tivesse a oportunidade, gostaria que ele escrevesse pelo menos um curta pra eu produzir!” – Disse Cadu animado. Esse pessoal de cinema as vezes me cansava com essas bajulações e todo entusiasmo meio superficial.
“É… Coincidência eu conhecê-lo, não?” Soei em um tom desanimador.
“Sim! Mas cara, quer dizer que a mulher por quem você está apaixonado está em Londres sem previsão de retorno.” Cadu disse sacudindo a cabeça, tentando parecer compreensivo.
“Pois é!”
“Cara, ela gosta de você também?”
“Ela praticamente se declarou pra mim antes de embarcar!”
“Ela é a mulher da sua vida?” Ele disse franzindo a testa.
“Eu sinceramente não sei.”
“Cara, se você acha que é, porque não vai atrás dela? Se ela se declarou, provavelmente não vai te dar um fora.”
“Ir pra Inglaterra atrás de Ana? Isso não rola.” Caio deu outra gargalhada. “Marco gostou dela por tanto tempo e nunca teve coragem de dizer nada, não acho que agora ele teria coragem de ir até lá e dizer o que ele nunca disse. Fora que é loucura!”
Meu irmão me subestimava, mas porque não ir atrás de Ana? Até que não era má ideia. O que eu tinha a perder? Não vou viver atormentado por mais um “e se”. Era tudo ou nada. Comecei pensar na reação de Ana quando visse que eu fui até lá por ela. Bem, se ela não me quisesse, pelo menos eu nunca havia conhecido Londres, era um pretexto. Era arriscar, mas talvez eu precisasse de algo assim. O medo de me magoar mais uma vez nunca me ajudou, parece que só gerou mais feridas, mas eu precisava ter coragem, parar de ser pessimista e pensar que assim como eu poderia sofrer uma decepção, poderia também dar muito certo. Eu precisava de um pouco mais de fé. Eu estava renegando o amor ao invés de aceitá-lo. Comecei a entender que ele não iria acontecer pra mim da forma como eu sempre idealizei, mas eu precisava reconhecê-lo e aceitá-lo da forma como me apareceu.
Enquanto Caio debatia sobre as teorias amorosas de Cadu, um tanto estranhas eu devo dizer, eu fui amadurecendo a ideia em minha mente naqueles poucos instantes que passamos naquela mesa.
“Eu vou atrás de Ana!”
“O que? Tá louco, Marco? Ir atrás de mulher… É justamente isso que elas querem! Depois elas te fazem de capacho! Ir à Londres, do outro lado do mundo por uma mulher?! Mano, pega leve… Nenhuma mulher vale isso!”
“Eu não tenho nada a perder! O que foi que eu ganhei me omitindo tanto, todos esses anos? Nada! Se eu tenho vontade de ficar com ela, eu vou até lá! Ela deve pensar que eu estou quase me casando a essas alturas.”
“Casando?”
“É, ela foi embora porque eu ia pedir Rita em casamento, mas então ela se declarou e as coisas mudaram…”
“Nossa, cara… que drama complicado esse! Tenso esse triângulo.” Disse Cadu, dando um sorriso irônico. “Mas eu te apoio, cara! Quando achamos que vale a pena, temos que nos arriscar, mesmo que pareça loucura!”

Conversamos por mais um tempo e fomos embora. Voltei pra casa decidido do que faria! No dia seguinte fui até a secretária do meu chefe.

“Bom dia, Helena!”
“Bom dia, Marco! Você quer falar com Senhor Eduardo?”
“Não, é com você mesmo! Preciso de um grande favor! Você tem um tempinho pra mim?”
Expliquei a história toda a Helena. Ela tinha a reputação de conseguir o inusitado. Então, pedi pra ela correr atrás do visto pra mim, de passagens e tudo o mais necessário pra viagem.
Claro, isso demorou algum tempo, mas em pouco mais de um mês, Helena tinha tudo pronto. Fiz a entrevista para o visto, tudo deu certo. Ela entrou em contato com um cliente nosso por lá, então conseguiu com mais facilidade a documentação necessária, pois eu iria como se fosse a trabalho.
Embarquei em uma sexta de manhã, tempo nublado. O voo atrasou um pouco por conta da nebulosidade.
Assisti alguns seriados, um filme, dormi, ouvi música, brinquei com o bebezinho ao meu lado.
Finalmente cheguei a Londres. Aproximadamente 12 horas de viagem. Sair daquele avião foi uma das melhores sensações do meu ano.
Fui para hotel em que Helena tinha feito a reserva pra mim. Estava surpreso com a competência dela. Até mesmo os horários do musical ela havia me conseguido.
Coloquei minha mala ao lado da cama. Desci pra comer algo ali pelo hotel mesmo. Quando cheguei lá, já se passava das 22:00, então resolvi ficar pelo quarto. Não demorei muito e adormeci pensando que essa era a maior loucura da minha vida e eu não fazia ideia de como encontraria Ana. Até ri sozinho, porque talvez assim eu estivesse me permitindo viver uma única vez e, independente do que acontecesse, ela ia saber de uma vez por todas o quanto eu a amei, o quanto eu a amava e o quanto poderia amar se ela me permitisse.
Acordei cedo. Não tive dificuldade de me adaptar ao fuso horário. Pedi que o café fosse servido em meu quarto mesmo. Tomei banho, me arrumei e saí.
Peguei um dos táxis em frente ao hotel para o teatro. A bilheteria ainda não estava aberta. Era muito cedo. Então resolvi andar ali pelo centro da cidade. Caminhando pelo quarteirão do teatro quando eu ouvi:
“Unbelievable! Marco?” Olhei para o lado e lá estava Renato. Não dava pra acreditar! “Cara, de todas as pessoas que eu poderia encontrar aqui, nunca imaginei você!”
No meu caso, eu já imaginava que poderia encontrá-lo, mas não era surpresa.
“Ei, Renato! Que surpresa!” – Tentei soar espantado. – “Parabéns pelo espetáculo!”
“Obrigado! E o que você faz aqui?”
“Eu? É… Eu… eu vim a trabalho!” Gaguejei um pouco, eu era péssimo em mentir assim.
“Ei, tá com muita pressa?”
“Não!”
“Então, entra aqui pra ver nosso ensaio. Vai ser bom ter um amigo com quem conversar em português além de Ana.”
Estremeci ao ouvir o nome dela.
“Ah, você sabia que ela faz parte do musical?”

“Ela comentou. Fiquei feliz pela oportunidade que você deu a ela.”
“Ana, além de linda, é excelente quando atua!” Concordei acenando com a cabeça.
O espetáculo estava no Teatro Haymarket. Um dos teatros mais sofisticados de Londres. Fiquei impressionado com a infra estrutura do lugar.
Sentei-me sozinho na sexta fileira do meio. De frente ao palco, naquela imensidão de cadeiras vazias. Renato se sentou um pouco mais a frente.
Foi então que todo elenco entrou, fazendo o número de abertura do musical.
Após todos saíram de cena,  do canto esquerdo do palco, em um gracioso e clássico grand jeté, Ana surgiu.

Couro e Listras

Oi pessoal! Tudo bem?

Fiz esse look na maior correria, então as fotos não estão tão tops como deveriam! Infelizmente não deu pra Tau Farias bater as fotos, então minha mãe quebrou aquele galho pra mim [Valeu mãe, sua linda!].

Eu to apaixonada por tudo que é de couro gente, de verdade! Não podia ser uma moda melhor pra estar em alta, sério!!

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Estou usando: Blusa e Oxford [Zara] / Legging e Blazer [Riacuelo]

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B de Beijos!!

No Clima de Festa

Oi pessoal! Tudo bem?

O feriado nessa semana acabou com a mina rotina [e estragou a do blog junto], eu esqueci que a semana tinha começado depois do feriado e acabamos ficando sem look do dia! Maaaas, as fotos já estavam tiradas então resolvi compartilhar hoje com vocês mesmo! E o mais legal de tudo é que a Tau Farias saiu em algumas fotos comigo!

A Tau tirou umas [confira o trabalho dela aqui] e meu irmão as que a gente está junta nas fotos.

 

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Estou usando: Vestido [AliExpress] / Sapato [não me lembro]

Tau está usando: Vestido [presente]/ Sapato [Pink Conection]

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B de Beijos!!

Ender’s Game

Oi pessoal! Tudo bem?

Eu ia falar sobre o Divergente [filme] hoje aqui, mas como minha opinião e considerações seriam muito compridas, ele vai ficar pra um outro post [maaaaas vai ter, aguardem!!!].

Logo, vamos falar sobre esse filme aí, Ender’s Game! Gostei bastante do filme, a história é super bacana e emocionante. Se você puder, assista legendado, porque a dublagem é muito ruim; ela tira a vida de alguns personagens [dica da Tau Farias haha]. Enfim, vale a pena ver! Esse filme ja saiu do cinema há algum tempinho, então esse você assiste na telinha da sua casa, meu beeeem!

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Sinopse: Em um futuro próximo, extra-terrestres hostis atacaram a Terra. Com muita dificuldade, o combate foi vencido, graças ao heroísmo do comandante Mazer Rackham (Ben Kingsley). Desde então, o respeitado coronel Graff (Harrison Ford) e as forças militares terrestres treinam as crianças mais talentosas do planeta desde pequenas, no intuito de prepará-las para um próximo ataque. Ender Wiggin (Asa Butterfield), um garoto tímido e brilhante, é selecionado para fazer parte da elite. Na Escola da Guerra, ele aprende rapidamente a controlar as técnicas de combate, por causa de seu formidável senso de estratégia. Com isso, logo se torna a principal esperança das forças militares para encerrar de uma vez por todas com a ameaça alienígena. Fonte: Adoro Cinema

Confira o trailer:

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B de Beijos!!

Ana e Marco – Parte XIX

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“E aí? To te esperando!”
“Rita, mil desculpas.”
“Acho que a gente precisa conversar. O que está acontecendo, Marco?”
“Não sei! Realmente precisamos conversar.”
“Pois é. Você ainda vem?”
“Eu estou indo já!”
“Estou esperando!”
Desliguei o telefone e não consegui disfarçar minha frustração.
“Argh! Que raiva, vó! Que raiva!”
Joguei-me sobre o sofá, apertando uma almofada contra o rosto e bufando.
“Calma, Rita! O que foi?”
“O Marco, seu queridinho!”
“O que tem o Marco?”
“Não sei, vovó! É justamente o que eu quero saber. Nos últimos meses ele anda tão estranho… Não liga, não fala muito, é frio, parece estar fora do ar, se esquece dos combinados!”
“Minha filha, já conversou com ele sobre isso? Talvez ele esteja passando por um problema sério!”
“Ah, vó! Sinceramente, não sei se ele gosta mais de mim!” – Senti minhas bochechas queimares e a vista embaçar com as lágrimas.
“Oh, minha netinha!”
Vovó se sentou no braço do sofá ao meu lado, estendeu seus braços e me puxou para seu abraço. Não pude conter o choro.
“Filha, vocês precisam se resolver. Nem sempre o amor é do jeito que nós gostaríamos que fosse! Por mais que você goste de Marco, ou que ele seja uma boa pessoa, você não pode estar em uma relação que te faça mal.”
“Eu sei vó, mas eu realmente pensei que agora as coisas estavam indo bem!”
“Ah, Ritinha… Não é porque o desfecho da história não é como você pensou que as coisas não vão ficar bem! Seja feliz por si mesma, minha querida, encontre um homem que só multiplique essa felicidade!”
“Obrigada, vovó! Eu amo você!” Ergui o rosto e encontrei um sorriso de conforto em meio ao pranto. Vovó beijou minha testa e respondeu:
“E eu te amo demais, meu amor!”

——————————————————————————————

Cheguei ao prédio em que Rita morava. Seu Jair, o porteiro, já me conhecia.
Abriu a porta e estendeu a mão por entre a janela da guarida para me cumprimentar.
“Ei, Marco! Tudo bom?”
“Tudo bem, Seu Jair. E contigo?”
“Bem também!”
“Deixa eu correr lá, se não a mulher vai ficar brava comigo!”
“Vai lá, Marcão!”
Rita morava no sexto andar. Entrei no elevador e tentei pensar no que dizer. Como explicar. Sei que eu andava meio estranho com Rita. Que as coisas já não eram mais do mesmo jeito. Sabia que havia sido a gota d’água dessa vez. Ela iria querer explicações e, mais do que isso, que eu fosse honesto.
Confesso que fiquei apreensivo em tocar a campainha, hesitei um tanto. Não sabia bem como seria o desenrolar desta conversa, não que eu não gostasse de Rita, mas só conseguia pensar em Ana. Não era mais a mesma coisa.
Tomei coragem e toquei. Logo ouvi passos vindo em direção a porta e a maçaneta girar.
“Marco.” Meu nome nunca soou tão triste em seus lábios. Ela me abraçou ali na entrada de seu apartamento mesmo. Ficamos um tempo naquele abraço, eu apoiando meu queixo sobre sua cabeça, que repousava em meu peito. Então eu disse:
“É melhor entrarmos.” Ela assentiu com a cabeça. Entramos de mãos dadas.
Dona Carmem bordava em uma cadeira na varanda, aproveitando a luminosidade do sol daquela manhã. Fui até lá cumprimentá-la.
“Olá, Dona Carmem!”
“Marco, querido!” Ela deu aquele sorriso totalmente cativante, não pude deixar de sorrir em retribuição.
“Tudo bem com a Senhora?”
“Tudo bem, filho. E você?”
“Bem, Dona Carmem.”
“Ótimo! Espere que ambos continuemos assim.”
“Eu também!” Ela sorriu afetuosamente mais uma vez, e claro que instantaneamente eu sorri de volta.
Rita me puxou para seu quarto. Sentei em sua cama, encostando-me na cabeceira. Ela veio e se acomodou junto a mim. Passei o braço por suas costas, trazendo a mais para perto, e beijando seus cabelos.
“Marco, o que está acontecendo com a gente?”
“Não sei!”
Ela balançou a cabeça, que estava repousada em meu ombro.
“Seja sincero. Eu sei que está acontecendo algo que você não quer me contar.”
“Ah, Rita…” Respirei fundo, tentando encontrar as palavras corretas, procurando os eufemismos mais sutis que eu pudesse usar.
“Sabe o que machuca? É você não ter coragem de me dizer! Somos adultos já, precisamos ser honestos se quisermos que as coisas fiquem bem entre nós!”
“Rita, eu nunca quis te machucar!”
“Ninguém machuca alguém de quem gosta propositalmente… Eu acredito que você goste de mim, mas sei que já não há toda aquela intensidade e não sei o que você realmente quer comigo! De uns meses pra cá, você mudou muito!”
“Desculpa, eu sei que preciso melhorar, mas as coisas não estão fáceis.”
Ela se desencostou do meu corpo e olhou em meus olhos.
“Chega de se desculpar, Marco! Eu quero só que você diga o que está se passando!”
“Já disse que as coisas não estão fáceis, é complicado!”
“Não estão fáceis, como?” Ela me olhou franzindo a testa.
“Não estão fáceis aqui!” Coloquei a mão sobre o lado esquerdo do peito.
Rita afagou meu rosto e colocou sua mão sobre a minha mão repousada no peito.
“Rita, hoje eu… eu fui atrás de Ana.” Ela afastou as mãos de mim e arregalou um tanto os olhos. Percebi seus olhos se estreitarem, a testa franzir. Um semblante de inconformismo começava se modelar em seu rosto.
“Mas não é nada do que você pensa. Ela foi embora, sem nem ao menos me avisar! Foi pra Londres!”
“O que isso tem a ver com a gente, Marco?”
“Já fazem quase 3 meses que eu e Ana estamos praticamente sem nos falar. Eu… não sei o que dizer mais!”
Eu olhei para baixo e chacoalhei a cabeça, pensando no que eu estava fazendo e porque eu estava fazendo. Por que esses dramas de amor tão clichês, com falas repetidas, depreciação sentimental, altos e baixos, faziam parecer que eu andava em círculos?
Parece que todas as perspectivas de finalmente ter uma vida tranquila quanto estas questões do coração, escorriam por entre meus dedos e eu estava voltando a estaca zero.
Rita colocou a mão sob meu queixo e levantou minha cabeça, para encontrar meu olhar perdido novamente.
“Marco, você ainda gosta dela, não é mesmo?”

Eu não consegui responder. Eu tinha um bloqueio para responder perguntas tão diretas, pois eu sabia o quanto isso a machucaria.
“Rita…” Eu segurei sua mão entre as minhas. “Não sei o que está acontecendo comigo. Não posso negar que eu estou triste com a ida dela, mas não sei se posso fazer outras afirmações além desta.”
“Não sabe? Sinceramente, Marco, ou você começa ser honesto consigo mesmo, porque não é a mim a quem você está enganando. Omitir só vai piorar as coisas!”
“Rita, não sei se posso mais fazer isso!”
Rita se levantou da cama e foi até a janela. Se virou de costas pra mim, cruzou os braços e ficou olhando para fora.
“Eu não quero que você se magoe mais comigo. Sei que não tenho sido bom pra você nos últimos dias.” Levantei e fui até ela. Repousei as mãos sobre seus ombros. Ela levantou os ombros rejeitando meu toque e indo para outro canto do quarto, longe de mim, sem me encarar.
“Eu preferia não ter te conhecido!” Percebi a melancolia em seu tom. A voz tremula. Certamente ela estava chorando.
“Rita, eu nunca quis que as coisas chegassem a esse ponto! Não significa que eu não tenha te amado, ou que eu não te ame… é só que…”
“É só que você nunca conseguiu esquecer Ana de verdade… Você nunca vai olhar pra mim como olha pra ela!”
“Não é bem assim!”
Ela se virou para mim, então eu pude ver suas lágrimas, sua frustração e aquilo acabou comigo.
“Então é como, Marco? Você sempre fez muita questão dela. Ah, como eu fui burra ao me envolver com você!” Até agora, eu nunca tinha visto Rita com raiva, gritando. Percebi a besteira que eu havia feito.
“Eu nunca quis que ninguém se machucasse. Você pensa que eu estou feliz? Que eu não dou importância a tudo que está acontecendo? Eu realmente gosto de você, mas as coisas mudaram e eu me sinto tão atormentado com tudo isso!”
“Ana teve todas as chances com você! Agora ela resolve se declarar e fazer todo esse “draminha” pra chamar tua atenção e consegue.”
“Ela não fez nada pra chamar minha atenção. A culpa de tudo isso não é dela, é minha! Só minha! Não tente encontrar outra desculpa!”
Rita começou a soluçar e chacoalhou a cabeça.
“Por que, Marco? Por que?”
“Eu não sei! Quem consegue entender o coração? É como se não houvesse diálogo entre ele e a razão.”
“Eu pensei que nós até chegaríamos longe… sabe?”
“Ah, eu também pensei. Acredite!”
Fui até Rita e a abracei.
“Por favor, me perdoa? Eu queria tanto que as coisas fossem como antes. Eu nunca te enganei!”
“Eu sei!” Era tudo o que ela conseguia pronunciar em meio ao choro.
“Agora nós voltamos a estaca zero. Sozinhos de novo!”
Rita se afastou e me olhou enxugando as lágrimas.
“É melhor você ir embora!”
Eu estendi a mão em direção a seu rosto para ajudá-la com as lágrimas. Mas novamente ela rejeitou.
“Não posso ficar por mais tempo perto de você. É melhor você ir de vez!”
Aquilo partia meu coração, mas eu também não podia ficar ali.
“Então… é isso?”
“Pra mim poderia ter sido muito mais, Marco. Preciso ficar sozinha.”
“Tá bem.!”
Eu saí do quarto e uma súbita tristeza invadiu meus sentidos. Agora eu não tinha Ana, não tinha Rita. Não tinha nada. Nem se quer perspectivas, só duas alianças e uma saudade. Saí de lá sob a companhia da solidão que só gerava mais solidão. O cheiro de Rita e de Ana misturados em minha camisa. De tudo, o ninguém e meu ego foi o que sobrou.

Como Os Jovens Estudantes Se Vestiam Em 1969?

Essa notícia foi tirada daqui: Hypers

Estudantes da Beverly Hills High School. Confira as fotos e tendências que ainda vemos hoje.” 

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B de Beijos!!

DogBox de Abril

Oi pessoal! Tudo bem?

Vim mostrar hoje pra você a edição da DogBox de Abril!! Primeiro, vejamos a foto da caixa mais fofa do mundo! [não canso de dizer isso].

E, teremos novamente as opiniões da Zoe sobre os itens da caixinha!

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Aiiinnnn genteeeem, eu não canso dessa carinha!! haha

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Ta aí uma geral do que veio na caixinha, já vou contando que uma coisa me deixou chateada; eu amo demais lacinhos, e dessa vez não veio nenhum, disso eu não gostei! Eles são tão baratinhos, não tem porque economizar logo nisso! Podiam ter posto! #chateada

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Pelúcia Fun Tartaruga Rosa da Jambo Pet!

Zoe: Eu gostiiiiiiii! É Rosa [sei apenas porque está escrito, afinal eu enxergo preto e branco tudo! É tipo filme antigo, só que não opcional haha].

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Escova de dente sem marca nem nada! A Zoe já tem uma, que eu prefiro por não ser muito longa, e de qualquer jeito só quem usa é o pessoal do PetShop, não consigo fazer ela parar pra escovar o dente dela! Apesar de ser super necessário e importante!

Zoe: NÃO GOSTEEEI NEM UM POUCO! Saaaaai com esse negócio daqui pelo amor! Não, não e não, ninguém vai escovar meu dente!! Tô falando sério!!!!

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Ossinho da Hangyi Pet Suplies.

Zoe: Agora sim, meu povo! Adoro esses brinquedos com cordinha, porque daí a mamãe dica puxando de um lado e eu do outro e a gente brinca e se diverte, e eu fico latindo e rosnando até conseguir o ossinho pra mim! [rs]

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Pá para tirar caquinha que o seu bichinho faz! #ecaaa A Zoe faz as necessidades dela no jornal, não no quintal, então não preciso recolher, eu só jogo o jornal fora! Não sei se precisarei e nem sei dizer se é útil mesmo!

Zoe: Bom, isso aí é com a mamãe, nem me perguntem!

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VIPdog Bombom. Super legal, sem cacau e sem açúcar, mas não dei pra Zoe ainda, vou dar quando ela terminar de tomar remédio [ela andou meio doente!]

Zoe: O QUE?! Chocolate e ela não me deu ainda?! Pode isso produção? #QueroJá #ProjetoMamãeDáOChocolateDaZoe

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Capitão América – O Soldade Invernal

Oi pessoal! Tudo bem?

Acabei de voltar de assistir o filme! E oooooolha, super aprovado, amei! Ele é bem longo [faz jus ao nome longa metragem haha], mas não temos essa impressão, o filme tem um andamento super legal! E vou dizer, o filme é surpreendente, tem as coisas óbvias que a gente já sabe que vão acontecer, mas tem aquelas coisas que vão te deixar de boca aberta e você vai dizer: OOO QUE??? [hahahah].

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Sinopse: Dois anos após os acontecimentos em Nova York (Os Vingadores – The Avengers), Steve Rogers (Chris Evans) continua seu dedicado trabalho com a agência S.H.I.E.L.D. e também segue tentando se acostumar com o fato de que foi descongelado e acordou décadas depois de seu tempo. Em parceria com Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), também conhecida como Viúva Negra, ele é obrigado a enfrentar um poderoso e misterioso inimigo chamado Soldado Invernal, que visita Washington e abala o dia a dia da S.H.I.E.L.D., ainda liderada por Nick Fury (Samuel L. Jackson). Fonte: Adoro Cinema.

Confira o trailer:

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